29 de jul.
Concordo totalmente. Acho que esse é um dos pontos que mais impactam a longevidade do modo carreira.
Na vida real, uma das maiores fontes de receita dos clubes é justamente comprar jogadores promissores, desenvolvê-los e vendê-los por valores muito maiores. Se um atleta é comprado por R$ 5 milhões e, mesmo evoluindo e tendo boas temporadas, continua valendo R$ 5 milhões, esse ciclo simplesmente não existe.
A valorização deveria considerar vários fatores, como idade, potencial, evolução de atributos, desempenho em campo, gols, assistências, média de nota, títulos conquistados, convocações e até o interesse de outros clubes. Da mesma forma, um jogador também deveria se desvalorizar por má fase, idade avançada, poucas partidas ou lesões.
Isso faria a base ter muito mais importância e abriria diversas estratégias. Alguns jogadores poderiam montar um time para disputar títulos, enquanto outros poderiam focar em revelar talentos e lucrar com vendas. Hoje, como praticamente não existe valorização, acaba sendo muito mais vantajoso simplesmente manter o elenco, e o mercado de transferências perde boa parte da graça.
Na minha opinião, esse é um dos ajustes mais importantes para o modo carreira, porque impacta diretamente a economia, o mercado e a sensação de evolução do clube ao longo das temporadas.